Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

 

Na Sexta-feira, dia 19, fomos à igreja de Santo António dos Olivais. Fomos a pé, pois a igreja dista cerca de 1km da nossa escola! Um miserável quilómetro e houve quem ficasse cansado! Há elementos do clube que estão a precisar de cuidar da preparação física!

 

O objectivo era conhecer a igreja, nomeadamente os painéis de azulejos alusivos à vida de Santo António, recentemente restaurados pela Signinum, empresa dedicada à gestão, restauro e conservação do Património artístico e cultural. No entanto, não tivemos tempo para tudo, pois que passámos a tarde numa agradável oficina de azulejaria. Aprendemos a moldar e pintar azulejos.

 

Os nossos anfitriões foram dois simpáticos jovens técnicos de restauro - o Lourenço e o Francisco - que nos ensinaram a meter a mão no gesso para produzir réplicas de azulejos hispano-árabes. Depois, ainda pintámos um belo painel usando um azul muito típico da azulejaria portuguesa dos séculos XVI e XVII.

 

Graças ao Lourenço e ao Francisco, lá aprendemos a técnica: picotar, polvilhar pó de carvão com uma «boneca» e pintar sobre o azulejo previamente preparado com pó de vidro.

 

 

 

Até a Dr.ª Conceição ajudou!

 

No final, ficámos muito satisfeitos com a nossa obra-prima! Digam lá que não está bonito!

Nota: a última quadrícula no canto inferior direito, aquela que diz «tónio dos Olivais» vê-se logo que foi pintada pela Dr.ª Conceição!

 



publicado por CP às 21:41
Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

 

O destino desta vez foi o Museu Antropológico da Universidade de Coimbra. Chegar lá parecia simples, mas para o Clube do Património não há tarefas simples. Por isso, esquecemo-nos de tocar na campainha do autocarro e, em vez de sairmos na paragem dos Arcos do Jardim, saímos na Praça da República! Lá tivemos nós que subir as.... ESCADAS MONUMENTAIS!!

 

O Daniel, logo por azar, nesse dia levava a mochila e o João Tiago quase que não chegava ao topo. Mas lá conseguimos! A propósito, alguém contou os degraus? Sai então um desafio: ofereço um chocolate ao primeiro membro do Clube que voltar a subir as escadarias monumentais e me disser quantos degraus tem!

 

Chegados ao museu, fomos recebidos pela Dr.ª Arminda. O Duarte  já tinha formado uma boa opinião da nossa anfitriã durante os contactos feitos para preparar a visita mas quando a conhecemos pudemos comprovar a sua simpatia e o entusiasmo com que nos falava de todos aqueles assuntos.

 

O museu integrava-se no Museu de História Natural que resultou da reforma que o Marquês de Pombal fez na Universidade de Coimbra em 1772. As primeiras peças da colecção datam do séc. XVIII. Não é um museu como os outros, pois o espólio serve essencialmente para os estudos de antropologia. Foi durante o período colonial que se recolheram a maior parte das peças que constituem o acervo do Museu, provenientes de Angola, Moçambique, S. Tomé, e Príncipe, Cabo Verde e Guiné, em África, para além dos territórios de Macau e Goa, bem como, claro está, do Brasil.

 

Vimos peças muito interessantes: uma colecção de tampos de panelas de Cabinda com provérbios e ensinamentos ilustrados em pequenas esculturas, uma colecção de lanças, flechas e zarabatanas, estatuetas, marimbas e outros instrumentos musicais, objectos de adorno, máscaras, cestos usados pelos adivinhos, objectos associados a rituais de magia e feitiçaria, ...

 O que mais nos impressionou, no entanto, foi um conjunto de múmias provenientes da América do Sul, do deserto de Atacama, a zona mais seca do planeta! Primeiro, ficamos impressionados, mas um segundo olhar mais científico permitiu-nos o distanciamento necessário. Vimos ainda uma cabeça reduzida por uma tribo de caçadores de cabeças da floresta Amazónica, mas impressionante mesmo foi a história que a Dr.ª Arminda nos contou sobre os rituais de iniciação a que, na África, as tribos submetiam os rapazes da nossa idade.  O ritual, entre outras coisas, incluía a circuncisão. Primeiro ficamos perplexos, completamente ignorantes do sentido da palavra, mas quando a Dr.ª Arminda nos explicou o que era, ficamos mesmo arrepiados. A verdade é que esta tradição é comum a muitos povos, entre eles os judeus. Aqui fica um quadro do pintor português do séc. XVII, José de Avelar Rebelo, mostrando a circuncisão de Jesus Cristo:



publicado por CP às 12:12
Domingo, 07 de Fevereiro de 2010

O que eu gostei mais na visita ao Museu da Ciência foi do jogo dos bichos. Também gostei de saber que o esqueleto da Lucy tinha a ver com a música Lucy in the sky with diamonds, dos Beatles. Gostei de ver nos olhos da mosca e da vespa, dos animais embalsamados, das explicações do António, do Homem de  Neandertal, do balão de ar quente, dos sapos com fraldas e da fibra óptica. Também gostei da viagem de autocarro.  

 



publicado por CP às 21:30
Domingo, 07 de Fevereiro de 2010

A visita ao museu da ciência foi em finais de Janeiro e foi muito divertida. A parte que eu mais gostei foi de jogar um jogo numa mesa táctil. O objectivo era reproduzir uns bichos para que não se extinguissem. Também gostei muito de ver os fósseis dos nossos antepassados e de ver o modelo de plástico do Homem de Neandertal.

Achei que a colecção dos insectos, dos pássaros e dos caracóis era muito engraçada. Também gostei muito de ver uns sapos com fraldas para não se reproduzirem. Achei esta visita muito fixe.



publicado por CP às 21:23
Domingo, 07 de Fevereiro de 2010

          Na última visita, fomos ao Museu da Ciência. Foi muito divertido, nem sei o que foi mais divertido. Adorei a exposição sobre Darwin e a sua teoria da evolução. Sabiam que 98% do nosso código genético é igual ao dos chimpanzés?!

           Também gostei de olhar como uma mosca, havia uma máscara que tinha, um exemplo de olhos de mosca em que nós podíamos olhar, mas para saberem como se vê, vão ao museu da ciência!

            Muitos dos meus colegas devem ter gostado mais de um jogo interactivo que havia lá e que nos deixaram jogar! É pena que eu, coitadinho, não tenha chegado a jogar. Bem, houve muitas outras coisas que não vou referir aqui.

           Digamos que gostei mais da exposição de Darwin, afinal, foi sempre uma forma de aprender!



publicado por CP às 19:59
Blogue oficial do Clube do Património da Escola Básica Eugénio de Castro - Coimbra
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