Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

José Júlio de Sousa Pinto: O Barco Desaparecido; 1890; óleo sobre tela; 74 x 92 cm; Museu do Chiado (Lisboa)

 

 

       José Júlio de Sousa Pinto foi um pintor português que nasceu em Angra do Heroísmo no ano de 1856 e morreu em Paris em 1939. Na Academia portuense de Belas-Artes foi discípulo brilhante de Thaddeo d’ Almeida Furtado, João António Correia e Soares dos Reis. Em Paris, para onde seguiu em 1880, foi pensionista do Estado. Em França obteve grandes êxitos.



publicado por CP às 15:11
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Clara; 1918, óleo sobre tela; 244 x 134 cm; Museu do Chiado (Lisboa).

 

José Malhoa foi um pintor português que nasceu em 1855 e morreu em 1933. Entrou para a Academia de Belas Artes em 1866, tendo sido discípulo de Tomás da Anunciação e de Miguel Ângelo Lupi  Terminou o curso em 1875, seguindo como bolseiro para Paris. Quando regressou, passou a trabalhar no estabelecimento de modas de seu irmão, pintando, apenas, nas horas vagas.



publicado por CP às 15:06
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Retrato da Viscondessa de Meneses;1862, óleo sobre tela; 223 x 150 cm; Museu do Chiado (Lisboa).


 

 

Francisco Pereira de Meneses nasceu a 1817 no Porto e morreu a 1878. Estudou em Roma e ficou conhecido na história da pintura como Visconde de Meneses. Era rico e viajado, deixando-se influenciar pelos retratistas ingleses e tornou-se o nosso mais elegante pintor de retratos da época romântica.

 



publicado por CP às 14:59
Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

 

Agripina (Museu Nacional Machado de Castro)

 

 

 

Maquete do Museu Nacional Machado de Castro

 

 

Torre do cruzeiro da Sé Velha (vista exterior)

 

 

Placa que recorda a memória do guitarrista Artur Paredes, na calçada do Quebra-Costas, um dos expoentes da guitarra de Coimbra, pai do também grande guitarrista Carlos Paredes.

 

 

Painel de azulejos em homenagem ao cantor, poeta e compositor José Afonso (Zeca Afonso), numa casa próximo da Sé Velha onde viveu.

 

 

Os membros do Clube do Património.

 

 

 



publicado por CP às 14:42
Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Hoje tivemos uma grande aventura. O objectivo era ir ao quartel dos bombeiros sapadores de Coimbra para visitar o presépio e conhecer um pouco da história dos bombeiros da nossa cidade. O Duarte, o nosso Relações Públicas oficial, informou-se acerca dos horários e itinerários do autocarro e foi bem claro: «É o 33 na paragem junto à entrada principal da Escola! Saída no Vale das Flores!» «Muito bem - pensámos nós - não tem nada que enganar.»

Mas enganámo-nos... tem mesmo muito que enganar para «especialistas em enganos» como nós! Vimos chegar um 33, entrámos e fomos dar a volta à cidade! Subimos a rua Miguel Torga, passámos junto ao convento das Carmelitas, contornámos a Penitenciária, passámos pelos Arcos do Jardim, descemos à Praça da República e depois até ao fundo da Sá da Bandeira, junto à Manutenção Militar. Aí, o autocarro deu a volta, subiu a Sá da Bandeira, contornou a Praça da República, passou junto aos Arcos do Jardim, vimos outra vez o convento das Carmelitas, descemos a rua Miguel Torga que já tínhamos subido e fomos ter à paragem junto à entrada principal da Escola! Tudo em cerca de 45 minutos! Ou seja, viemos ter ao local de partida! Como já era tarde para apanhar outro autocarro, telefonámos à Dr.ª Conceição e acabámos a lanchar no Atrium. A nossa sorte é que a doçaria também é património cultural pelo que, afinal, não perdemos a tarde!

 



publicado por CP às 19:46
Terça-feira, 08 de Dezembro de 2009

 

O Vitelo, por Tomás José da Anunciação (1873, óleo sobre tela; Museu do Chiado; Lisboa)       

 

Tomás José da Anunciação nasceu em Lisboa, dia 26 de Outubro de 1818 e morreu em Lisboa, dia 3 de Abril de 1879. Pintor português da época do romantismo que, após tentar vários géneros, acabou por se dedicar à pintura de animais ou (pintura animalísta), no que se distinguiu.

Tomás da Anunciação estudou em Lisboa, na Academia das Belas-Artes, local onde chegou também a dar aulas. Deu aulas de paisagem a José Malhoa.

Foi contemporâneo de José Rodrigues, Francisco Augusto Metrass, Miguel Ângelo Lupi e do Visconde de Meneses, entre outros.

 

 



publicado por CP às 12:45
Sexta-feira, 04 de Dezembro de 2009

 

Francisco Augusto Metrass (1825 - 1861) estudou em Roma. De volta a Portugal, verificou que a sua pintura não era compreendida. Metrass depois de ter tentado o retrato, refugiou-se na pintura de temas dramáticos, bem ao gosto romântico. A sua obra mais importante intitula-se Só Deus e está no Museu do Chiado, em Lisboa.

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publicado por CP às 15:45
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